Direito a vida
Crianças perderam o direito de viver, de ir e vir e de sonhar.
Mais um episódio de violência na cidade deixou moradores e vizinhos da Rocinha apavorados. No feriado de 1° de maio, dia do trabalhador, quem pagou o pato pela política de segurança fracassado mais um vez, foram os trabalhadores. Nesta quarta, dia 02, pela manhã, ainda havia relatos de tiros em pontos isolados da favela.
E novamente, crianças foram prejudicadas, já que descer o morro para ir à escola é por em risco a própria vida. Além de serem prejudicados na escola, crianças também são vítimas de balar perdidas. Um tiroteio na sexta-feira, 27, na zona norte do Rio, deixou duas crianças baleadas. Segundo o comando da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) São João, policiais que patrulhavam a Avenida Marechal Rondon, próximo ao Morro do Quieto, foram atacados por criminosos.
Vale lembrar que na segunda semana de fevereiro deste ano, 5 crianças foram vítimas de balas perdias. E como esquecer do bebê Arthur, que foi baleado ainda no útero da mãe, em junho de 2017? A mãe, Claudinéia dos Santos, foi submetida a uma cesariana de emergência, mas 1 mês depois, Arthur não perdeu a batalha pela vida.
De acordo com um relatório da Abrinq de 2017, a cada dia, 30 crianças e adolescentes são assassinados no Brasil. O número de mortos até 19 anos mais do que dobrou entre 1990 e 2015
É esse o retrato do nosso país: crianças estão perdendo o direito a vida, ainda antes de respirar a plenos pulmões.

Muito bom
ResponderExcluirQue triste :(
ResponderExcluirMuito triste
ResponderExcluirMuito triste isso, a violência realmente está demais, e mesmo afetando a todos é lamentável que as crianças percam até o direito de frequentarem aulas.
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